ago 302013
 

Matéria: Rodrigo de Aguiar

rodrigo@papareianews.com

Um dia de caos! Os rio-grandinos começaram a sexta-feira sem o fornecimento de transporte coletivo e demais atividades consideradas de extrema importância. O motivo foi a realização de mais um dia nacional de lutas promovido pelas centrais sindicais, a exemplo do que aconteceu no dia 11 de julho.

Nas paradas, diversas pessoas aguardavam a chegada dos coletivos em direção ao centro e muitos procuravam saber o motivo do atraso e da falta dos veículos que não circularam durante todo o dia. Em frente à garagem de uma das empresas, representantes dos movimentos impediram a abertura do portão e a saída dos ônibus nas primeiras horas da madrugada, o que inviabilizou a prestação do serviço.

Funcionários dos Correios também paralisaram as atividades. Os profissionais estiveram reunidos em frente ao Centro de Distribuição, localizado na Avenida Presidente Vargas, e cobravam a contratação de novos servidores, além da valorização da categoria.

As agências bancárias também não funcionaram na manhã de hoje e o Sindicato dos Bancários aderiu ao movimento nacional, optando por participar do cronograma de manifestações.

Às 14h, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rio Grande (Sinterg) realizou uma assembleia no auditório do Hospital Universitário, onde foi apresentada uma minuta do novo Plano de Carreira da categoria.

Quem também não abriu as portas pela manhã foram a maioria das lojas do comércio de Rio Grande. Os comerciantes apoiaram parcialmente o dia de reivindicações e voltaram normalmente às atividades na parte da tarde. Um ato público, às 17h, foi realizado no Largo Dr. Pio, com a distribuição de panfletos para esclarecimento à comunidade sobre o dia de mobilização e de lutas das entidades sindicais.

Praça de pedágio do Capão Seco também contou com a presença de manifestantes

Por volta das 14h manifestantes reuniram-se no pedágio da BR 392, no trecho entre Rio Grande x Pelotas, o ato fez com que as cancelas da praça fossem liberadas em um período de duas horas. Os motoristas que passaram neste intervalo de tempo acenavam e buzinavam em sinal de apoio ao movimento.

A concessionária Ecosul, responsável por administrar a rodovia, informou os condutores, através de seu twitter, as condições de trafegabilidade, visando evitar os riscos de acidente que pudessem envolver veículos e manifestantes.


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