nov 042013
 

Matéria: Rodrigo de Aguiar

Foto: José Silveira

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Dois fatores corroboram diretamente para esta situação: a saída das plataformas de petróleo e a operação de outra companhia no aeroporto de Pelotas

O aeroporto de Rio Grande vem registrando nos últimos meses uma queda no número de voos para a capital e este acontecimento acaba consequentemente acarretando em baixa na quantidade de embarques e desembarques no município. Muito utilizado por empresários e executivos do Polo Naval, o local acabou ganhando destaque e gerando discussões sobre a necessidade de ampliação do terminal e fortalecimento da pista, para o recebimento de aeronaves maiores portes.

De acordo com informações obtidas junto ao guichê da Brava Linhas Aéreas no terminal, houve de fato uma redução de quatro para três voos diários, número pequeno, mas que simboliza uma queda de cerca de 130 passageiros por mês. O motivo apontado para esta supressão de horários é a troca da frota, ou seja, a aquisição de novos aviões, mas outros dois fatores corroboram diretamente para esta situação: a saída das plataformas de petróleo e a operação de outra companhia no aeroporto de Pelotas.

Atualmente apenas uma aeronave está em operação, realizando decolagens de Rio Grande para Porto Alegre, sem escala em Pelotas, às 09h52, 13h05 e 17h41. A partir de novembro, o último horário sofrerá uma alteração e passará a decolar da cidade às 16h41.

No entanto, para o presidente da companhia aérea, Jorge Barouki, os voos continuam acontecendo normalmente. O executivo informou que foi solicitado para a Agência Nacional de Aviação Civil uma autorização para a realização da linha com um Embraer 120, mais conhecido como Brasília, com capacidade para 30 passageiros. Barouki confirmou a troca da frota e o início da operação da empresa Azul em Pelotas como um dos fatores para a redução do número de usuários.

A utilização do Brasília ainda está sendo inviabilizada em virtude de problemas estruturais no aeroporto, entre eles a falta de um caminhão de bombeiros e de um efetivo qualificado para garantir a segurança necessária no momento da operação da aeronave na pista. Ainda segundo ele, outras pequenas modificações precisam ser realizadas.

A empresa planeja adquirir mais cinco aviões, equipamentos estes que serão incorporados à frota com o decorrer das atividades e não descarta a criação de uma linha para o Rio de Janeiro, que dependerá ainda de autorização dos órgãos reguladores.


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